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Assédio Eleitoral no Trabalho
05/10/2022

Assédio Eleitoral no Trabalho

Estamos a 25 dias das eleições para presidência da república e governo de nosso Estado. Por isso queremos falar com você sobre um tema comumente visto nos locais de trabalho, em épocas de campanhas eleitorais: o assédio eleitoral no ambiente de trabalho. O que pode parecer apenas “um pedido de voto”, ou “troca de favores”, é considerado crime! Abaixo estão alguns pontos que explicam o assédio eleitoral e que resguardam sua liberdade de definir seu voto:   O que é assédio eleitoral?   Pode ser qualquer prática de concessão ou promessa de benefício ou vantagem em troca de voto, bem como quando há uso de violência ou de ameaça com a intenção de coagir alguém a votar ou a não votar em determinado candidato ou partido. Essas práticas configuram atos ilícitos que são inclusive tipificadas como crimes eleitorais nos artigos 299 e 301 do Código Eleitoral Brasileiro.   A empresa pode fazer campanha no local de trabalho ou até pedir para os trabalhadores apoiem determinado partido ou candidato?   Não, não pode! Nossa Constituição prevê a liberdade de consciência e liberdade de expressão, de orientação política e também protege o livre exercício da cidadania. Então, é certo que o trabalhador tem toda a liberdade de definir o seu voto de acordo com as suas opiniões e seus valores pessoais, inclusive para assegurar essa liberdade de escolha no processo eleitoral por parte de todos cidadãos que o voto no Brasil é direto e secreto. Se uma empresa faz campanha para determinado candidato no local de trabalho ou até mesmo pede ao trabalhador para que apoie determinado candidato do partido, essa empresa está contrariando o direito do trabalhador e está praticando assédio eleitoral.    Quais recomendações o Ministério Público do Trabalho traz para esse período na relação de trabalho?   O MPT recomenda para as empresas e para os empregadores em geral que se abstenham de conceder ou de realizar qualquer promessa de concessão de benefício ou de vantagem a pessoas que busquem trabalho ou que possuam relação de trabalho com a sua organização em troca de voto de tais pessoas, em candidatos específicos nas próximas eleições. A recomendação é no sentido de que os empregadores respeitem a livre determinação e a livre expressão política de seus trabalhadores. Por parte de seus trabalhadores, o que o MPT recomenda é que se o trabalhador tiver sido vítima de assédio eleitoral ou de quaisquer das práticas irregulares, que procure o MPT para realizar a sua denúncia. Ela pode ser feita de forma anônima pelo site https://peticionamento.prt12.mpt.mp.br/denuncia, pelo telefone (65) 3613-9100 ou presencialmente nas unidades do Ministério Público do Trabalho.   Em caso de assédio eleitoral em seu ambiente de trabalho, denuncie, ou entre em contato com a gente. Sua identidade será preservada. Sinfren, sua casa fora de casa!   Fonte: Portal TRT23
Dia Nacional de Luta Contra a Exposição ao BENZENO
05/10/2022

Dia Nacional de Luta Contra a Exposição ao BENZENO

Hoje, 5 de outubro, é o Dia Nacional de Luta Contra a Exposição ao BENZENO. A data surgiu como homenagem ao petroleiro de Cubatão-SP, Roberto Kapra, que, aos 36 anos, foi vítima de leucemia mieloide aguda, doença ligada à exposição ao benzeno, deixando esposa e dois filhos. Resistência Mesmo com a extinção formal da Comissão Nacional Permanente do Benzeno (CNPBz), trabalhadores mantêm a articulação em torno do combate à exposição da substância. Benzeno é um composto incolor e de aroma adocicado, que evapora rapidamente quando entra em contato com o ar. Ainda nos dias atuais é bastante utilizado na cadeia de extração e refino do petróleo, em laboratórios químicos e como matéria-prima nas indústrias petroquímicas. O Ministério da Saúde alerta que a contaminação por essa substância pode ocorrer por meio do ar, do solo e da água. Em veículos automotivos, a substância é lançada para a atmosfera no momento de combustão da gasolina.  
Boa notícia para os cerca de 500 mil frentistas de todo o País
15/07/2022

Boa notícia para os cerca de 500 mil frentistas de todo o País

Nesta semana, nossa categoria obteve mais uma relevante vitória na Câmara dos Deputados. Após a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (Cdeics), rejeitar o Projeto de Lei 2.302/2019, de Vinicius Poit (Novo-SP), o relator Daniel Almeida (PCdoB-BA) deu parecer contrário ao PL na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (Ctasp). Ele é contra os Projetos 2.792/2019, 3.864/2019 e 4.916/2019, que estão apensados ao PL 2.302 e tratam do mesmo tema – a implantação do self service nos 45 mil postos de combustíveis de todo o Brasil, a revogação da Lei 9.956/2000 e o desemprego em massa da categoria. “Essa é uma vitória dos frentistas, graças aos esforços dos trabalhadores e direções sindicais, com trabalho junto aos parlamentares e ao relator”, avalia o presidente da Federação, Eusébio Luis Pinto Neto. “Essa foi uma etapa importante, porque o relator tem papel relevante dentro da Comissão. A tendência é que os demais parlamentares sigam o relatório”, explica o dirigente. Eusébio conta, ainda, que a maioria dos deputados da Ctasp são de vertente progressista, o que facilita o diálogo. “Praticamente todos são favoráveis a nós”, ele diz. O presidente da Fenepospetro informa que o trabalho das direções sindicais será evitar que o PL vá à apreciação da Comissão de Minas e Energia. “Porque essa é uma Comissão mais conservadora e alinhada aos interesses do capital. Claro que não existe nada fácil. Temos que trabalhar. E faremos isso”, afirma Eusébio.
60 anos do 13º salário
13/07/2022

60 anos do 13º salário

Em 13 de julho de 1962, o presidente trabalhista João Goulart, Jango, sancionava a lei que estabelecia a todo trabalhador o direito a um décimo terceiro salário. O então chamado "abono natalino" era antiga reivindicação dos trabalhadores. Algumas categorias conseguiram o direito por meio de acordo. Mas precisou uma forte greve geral para que o direito fosse oficializado em lei, para todo o território nacional. A classe patronal e a grande imprensa combateram a conquista, alegando que o pagamento de um décimo terceiro salário quebraria muitas empresas. Também acusavam Jango de comunista e diziam outros absurdos. O fato concreto é que, 60 anos depois, o 13º está assegurado, eleva a remuneração dos trabalhadores e injeta dinheiro na economia. Ou seja, todos ganham. EUSÉBIO - Presidente da Federação Nacional (Fenepospetro), Eusébio Luís Pinto Neto, comenta: "Devemos conhecer a história de nossos direitos e valorizar cada conquista. Devemos também ser gratos aos governantes que pensam nos interesses do povo, especialmente dos trabalhadores".   Fonte: Fenepospetro  Crédito Imagem: Memorial da Democracia
O que fazer quando  a empresa deixa  de recolher sua  contribuição ao INSS
15/06/2022

O que fazer quando a empresa deixa de recolher sua contribuição ao INSS

Você sabia que quase 5 milhões de empresas estão inadimplentes com a Previdência? Neste caso, o trabalhador é quem precisa provar o vínculo empregatício para ter acesso aos benefícios do INSS, como a aposentadoria.    A maior parte dos trabalhadores, e trabalhadoras, confia que os descontos mensais em seus salários estão sendo feitos de forma correta, e que o empregador está cumprindo a lei, como, por exemplo, recolhendo o INSS. Mas, fique atento, pois você pode ter problemas quando precisar contar com:  auxílio-doença, ou  aposentadoria. pois, há empresas que, apesar de descontarem dos salários, mensalmente, não fazem a contribuição o INSS. Veja abaixo o que fazer para se proteger de empresas que cometem o crime de sonegação fiscal. Se você é vítima desta situação, entre em contato com o INSS pelo número de telefone 135. O INSS irá solicitar a documentação que comprove: Que você trabalhou na empresa durante todo período sem o recolhimento do INSS; Os desconto da contribuição em sua folha de pagamento; Seu rendimento para que o cálculo do benefício possa ser realizado. Onde conseguir estas comprovações: Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS),  contrato de trabalho,  termo de rescisão de contrato,  holerites (no portal, descritos como recibos de pagamento). Em caso de dúvidas, consulte o seu sindicato.  
Proposta altera regras para facilitar aposentadoria especial dos frentistas
02/06/2022

Proposta altera regras para facilitar aposentadoria especial dos frentistas

Hoje, INSS exige laudos e perícias para aprovar aposentadoria especial de frentista   O Projeto de Lei 3083/21, do Senado, prevê que o recebimento de adicional de periculosidade ou insalubridade pelo trabalhador que atua no abastecimento de combustíveis é prova suficiente para a concessão de aposentadoria especial pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).   A proposta tramita na Câmara dos Deputados e altera a Lei de Benefícios da Previdência Social. Pelo projeto, a nova regra será válida também na conversão do tempo de trabalho especial em tempo de trabalho comum.   “Além do perigo de explosão que cerca a atividade, os frentistas são obrigados, por ocasião da aposentadoria, a enfrentar a burocracia do INSS, que exige laudos, perícias e documentos que possam servir como prova da exposição ao risco”, afirmou o autor da proposta, senador Telmário Mota (Pros-RR).    Quem tem direito Segundo o INSS, a aposentadoria especial poderá ser concedida ao trabalhador exposto a agentes nocivos à saúde, de forma contínua e ininterrupta e em níveis acima dos limites estabelecidos em legislação própria.   O benefício é concedido mediante 15, 20 ou 25 anos de contribuição para a Previdência Social, conforme o agente nocivo. É necessário que a pessoa tenha efetivamente trabalhado na condição insalubre por, no mínimo, 180 meses.    Tramitação   O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Fonte: Agência Câmara de Notícias https://www.camara.leg.br/noticias/845849-proposta-altera-regras-para-facilitar-aposentadoria-especial-de-frentista/
Alerta para a falta de diesel no País
30/05/2022

Alerta para a falta de diesel no País

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) alerta que o País corre risco de desabastecimento de óleo diesel no início do segundo semestre deste ano, em função da escassez de oferta no mercado internacional e baixo nível dos estoques em todo o mundo. Apesar de ser autossuficiente na produção de petróleo, o Brasil ainda importa atualmente cerca de 25% das necessidades de diesel no mercado interno, segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP). De acordo com a FUP, a demanda brasileira irá aumentar a partir de junho, com o aumento da safra agrícola e maior circulação de caminhões. Segundo o coordenador-geral da Federação dos Petroleiros, Deyvid Bacelar, essa dependência brasileira de insumos para o óleo diesel é reflexo da política equivocada do governo Bolsonaro. “Grande parte do diesel importado pelo Brasil, cerca de 80%, é fornecido pelos Estados Unidos, que estão mandando muito produto para a Europa. Há a possibilidade real de faltar diesel no mercado brasileiro ou de o preço explodir no País”, explica o dirigente. De acordo com o coordenador-geral da FUP, um dos erros cruciais do governo foi não ter concluíndo o segundo trem da Refinaria Abreu Lima (Rnest-PE), especializada na produção de diesel. “Errou também ao não investir no Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), e ao não construir unidades de coqueamento em algumas refinarias do País, como a da Bahia, privatizada no final do ano pasado, que deveriam estar produzindo diesel ao invés de óleos combustíveis”, ressalta Bacelar. Troca – Nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro anunciou a troca no comando da Petrobras, menos de 100 dias após a última troca. Para Deyvid Bacelar, essa é mais uma cortina de fumaça criada pelo chefe do Executivo. “Não muda ou abandona a política de preço de paridade de importação, o PPI, porque não quer. Não é lei. É decisão do Executivo. A questão central é que o governo não quer arranjar briga, nem com o mercado, nem com os acionistas privados que, com o atual modelo, têm garantia de dividendos espetaculares”, conclui o sindicalista. MAIS – Acesse o site da FUP.   Fonte: https://www.agenciasindical.com.br/
INSS COMEÇA A PAGAR PRIMEIRA PARCELA DO 13º
25/04/2022

INSS COMEÇA A PAGAR PRIMEIRA PARCELA DO 13º

A primeira parcela do 13º dos aposentados e pensionistas do INSS começa a ser paga hoje, (25). O benefício será liberado entre os dias 25 de abril e 6 de maio. A antecipação segue o calendário regular dos depósitos da folha mensal do INSS. A primeira parcela será liberada a partir de hoje, para quem recebe até um salário mínimo; e a partir de 2 de maio, para quem recebe acima de R$1.212,00. O calendário leva em conta o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito, que aparece depois do traço. Veja abaixo os calendários de pagamento dos benefícios. Quem tem Direito?  Tem direito ao 13º quem, durante o ano, recebeu benefício previdenciário de aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão ou salário-maternidade. Quem recebe Prestação Continuada e Renda Mensal Vitalícia não têm direito ao abono anual. Para Consultar: Os benefícios do INSS podem ser consultados através da central de atendimento no número 135. A consulta também pode ser feita através do site Meu INSS, que reúne diversos serviços digitais. A consulta do benefício também pode ser feita pelo aplicativo Meu INSS, disponível para download para Android e iOS. Mais informações e acesso à tabela de datas, acesse: https://meu.inss.gov.br/#/login
SALÁRIO DO FRENTISTA NÃO AFETA ALTA DOS PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS
15/10/2021

SALÁRIO DO FRENTISTA NÃO AFETA ALTA DOS PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS

A pedido da Federação Nacional dos Frentistas (Fenepospetro), da Federação dos Frentistas de São Paulo (Fepospetro) e dos Sindicatos de Frentistas de todo o Brasil, o Dieese realizou estudo para medir o peso do salário dos frentistas na composição do valor dos combustíveis. A principal conclusão foi que mesmo com a demissão de todos os frentistas, o impacto na redução do valor pago pelo consumidor final seria inferior a 1,7%.    Para um litro de gasolina vendido em alguns municípios do país a R$7,00, em setembro de 2021, isso representa cerca de R$ 0,12 por litro. Clique aqui para acessar o estudo completo e saber mais.   A equipe do Dieese ressalta, no entanto, que estes números estão superestimados, uma vez que foram utilizados dados do Ministério da Economia e da Agência Nacional do Petróleo, cujos números mais recentes são relativos a 2019. “A escalada de preços dos combustíveis, desde então, sem que os salários dos frentistas tivessem acompanhado tal elevação, certamente reduziu o custo relativo do trabalho na formação do preço final dos combustíveis”, aponta o relatório final do levantamento.   “Solicitamos o estudo diante das várias tentativas de aprovar no Congresso a liberação do autosserviço de combustíveis no país, sempre com a justificativa infundada de que o frentista pesa no preço final pago pelo consumidor. Argumento que ameaça os empregos de quase meio milhão de trabalhadores, mas que agora foi completamente derretido pela pesquisa séria do Dieese. A culpa da gasolina cara não é nossa”, dispara o presidente da Fenepospetro, Eusébio Pinto Neto. (Na foto, frentistas do Rio de Janeiro em campanha contra a emenda do self-service) Categoria: NotíciasPor Rafael Rodrigues 14 de outubro de 2021  
DEPUTADA ZEIDAN PROTOCOLA PL QUE PROÍBE AUTOATENDIMENTO NOS POSTOS DE COMBUSTÍVEIS
15/10/2021

DEPUTADA ZEIDAN PROTOCOLA PL QUE PROÍBE AUTOATENDIMENTO NOS POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

A manutenção do emprego de aproximadamente 20 mil frentistas de postos de gasolina pode ser garantida com o Projeto de Lei n° 5002/2021, protocolado essa semana pela deputada estadual Zeidan (PT). A iniciativa visa garantir que o estado proíba, por lei, o autoatendimento nas bombas de combustíveis nos postos de gasolina do Rio de Janeiro. Zeidan justifica o projeto tendo em vista que a matéria é proibida em âmbito federal, mas  uma proposta já tramita no Congresso para permitir o autoatendimento nos postos. “O emprego de aproximadamente 20 mil pessoas está em jogo. Se o desemprego é cada vez maior no país, a gente tem que garantir que o estado faça sua parte preservando os empregos já existentes. O autoatendimento nos postos de combustíveis também pode gerar outros problemas, como danos à saúde, já que os combustíveis são tóxicos e os frentistas são preparados e usam roupas adequadas e equipamentos de proteção individual”, explicou Zeidan, esclarecendo que a não obrigatoriedade dos frentistas nos postos de abastecimento certamente não reduzirá o preço dos combustíveis.   Publicado por  Marcos Click, em   14 de outubro de 2021  
FRENTISTAS EM ALERTA CONTRA O SELF-SERVICE
14/09/2021

FRENTISTAS EM ALERTA CONTRA O SELF-SERVICE

Os trabalhadores em postos de combustíveis de todo o Brasil – Frentistas, por meio de seus Sindicatos e Federações, estão mobilizados contra a emenda à Medida Provisória 1.063/2021, apresentada pelo deputado Kim Kataguiri (DEM-SP). O objetivo da emenda é liberar o autosserviço (self-service) de combustíveis, o que ameaça diretamente os empregos de mais de 500 mil trabalhadores do setor. O deputado argumenta que isso vai baixar o preço do diesel, do álcool e da gasolina, o que não é verdade. A soma dos salários de todos os frentistas não é nada frente ao faturamento de um posto e representa um percentual ínfimo do valor final pago pelo consumidor. No primeiro aumento da Petrobras, qualquer eventual ganho com a redução de salários já terá sido anulado. A culpa do combustível caro não é dos frentistas, mas da cotação em dólar no mercado internacional, que fica especialmente pressionada em momentos como esse, em que o Real está desvalorizado. Além disso, há o enorme risco que essas substâncias perigosas – inflamáveis e cancerígenas – podem provocar quando manuseadas por pessoas sem treinamento, o que pode acarretar acidentes graves, incêndios e contaminações. O self-service tende ainda a aumentar os atrasos, pois a maioria dos clientes não saberá manusear a bomba, bem como o número de assaltos, na medida em que os consumidores estarão à mercê de criminosos nos postos. Sem falar que pode levar à falência um grande número de pequenas empresas, que não terão capital suficiente para automatizar suas bombas de abastecimento. Apelamos ao bom senso dos deputados para barrar essa emenda, pois aprová-la seria um verdadeiro tiro no pé da economia nacional. O autosserviço pode aumentar os riscos sem reduzir os custos, não vai favorecer os consumidores, expondo-os ao perigo, além de acabar com milhares de empregos em um momento já sensível da economia do País. A proibição do self-service é uma luta que os sindicatos de frentistas travam desde a década de 1990, e que teve um ponto alto no ano 2000, quando o presidente FHC sancionou a lei federal nº 9.956, proibindo a prática em todo o território nacional. Não é hora de retrocessos, nem de brincar com o emprego, a renda e a saúde dos trabalhadores brasileiros. Nós frentistas estamos novamente na linha de frente dessa luta e, juntos, vamos superar mais esse desafio! Agência Sindical 13/09/2021 Sinfren, sua casa fora de casa!
Sinfren luta contra a emenda emenda da MP nº 1.063/2021
03/09/2021

Sinfren luta contra a emenda emenda da MP nº 1.063/2021

O deputado Kim Kataguiri (DEM SP) apresentou uma emenda à Medida Provisória nº 1.063/2021, que altera a Lei 9.478/97, prevendo a operação parcial ou integralmente automatizada no serviço de venda de combustíveis. A Emenda põe em risco os postos de trabalho de frentistas em todo o Brasil. A justificativa é de que o “autoatendimento” vai reduzir os custos dos postos. Segundo a Federação Nacional dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo, existe cerca de 550 mil trabalhadores da categoria em todo o país, que são amparados pela Lei 9.956/2000 que proíbe em todo o território nacional o funcionamento de bombas operadas pelo próprio consumidor. Mas, a proposta do deputado paulista que visa o fim da proibição do autoatendimento, pode resultar na demissão dos trabalhadores em postos de combustíveis. Além disso, a proposta coloca o consumidor em risco, ao permitir que uma pessoa despreparada tenha contato com combustíveis que, além de inflamáveis, contêm compostos como benzeno, tolueno e xileno – substâncias nocivas à saúde humana.    Sendo assim, os representantes dos Sindicatos da categoria se reuniram com o deputado dianteira e presidente da câmara, Rafael Prudente, para pedir apoio contra esta emenda que prevê a demissão de 550 mil trabalhadores.   O Tribunal Superior Eleitoral determinou através da Súmula nº 39, que todo empregado que opera bomba de combustíveis tem direito ao adicional de periculosidade, bem como aposentadoria especial após 25 anos de serviço, uma vez que sua atividade é perigosa e oferece risco à vida ou à integridade física, havendo risco acentuado de explosão pelo manuseio de substâncias altamente inflamáveis, sem contar alto risco de assaltos à mão armada.   Por isso, o SINFREN e outros sindicatos representantes da categoria promovem constantes campanhas e atividades para treinar e qualificar os frentistas na operação do ofício como um todo. Nossos trabalhadores exercem suas atividades com propriedade e qualificação, por isso, vamos lutar para defender seus empregos e valorizar suas funções no mercado de trabalho.   Sinfren, sua casa fora de casa!